quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Notas entre aventuras da Campanha de RPG de Living Force

Extraído dos diários de Sylvan Leet, mestre Jedi da Academia de Almas, atual renegado(Notas de campanha: Sylvan Leet é meu personagem Jedi Consultar / Investigator / Master. Devido ao artigo Marching Orders da RPGA tive que fazer uma escolha entre trocar o personagem ou mantê-lo. Vide o artigo para mais detalhes) :

"As Clone Wars finalmente chegaram a Cularin", Sylvan Leet reflete
sobre essa frase que pode mudar o seu destino ao mesmo tempo que vê Mestre Lanius e todo seu staff(incluindo a antes Black Queen que Leet salvou do lado negro) entregar seu lightsaber ao representante do Conselho Jedi.

"Eu sonhei com esse momento... já o esperava...", os dois cérebros Cereans de Sylvan voltam a coletar as informações e árvores de probabilidade levantadas durante seus antigos períodos meditativos...

"A vantagem de possuir a habilidade de prever as possíveis linhas do futuro é o que torna o Jedi alguém tão estóico e centrado, no controle de suas emoções irracionais". Mas Sylvan Leet também analisa as desvantagens: ter que analisar as decisões a serem tomadas e esperar se o futuro não se modificará, já que a preciência Jedi é limitada até mesmo para o mestre Yoda. Ainda mais nesse momento em que o lado negro está cada vez mais poderoso e obscurece tudo...

As conversas mais constantes com Miro, Kalina e o contato com o submundo modificaram muito a visão de Sylvan Leet acerca das Clone Wars. Sua análise da situação da República e seus sonhos apontam um caminho diferente daquele do Mestre Yoda, de Mestre Windu e do Mestre Ki-Ad-Mundi. Mas também apontam em uma direção um pouco diferente da de Mestre Lanius e seu staff.

Sylvan Leet, com sua decisão final tomada, dirige-se então a Mestre Jeht: "Mestre Jeht, afinal de contas o que os Jedis se tornaram? Nós somos mantenedores da paz, não soldados... como disse Mestre Windu. Nós sempre juramos preservar vidas, mas agora mandamos muitos para a morte certa em batalha. Nós juramos manter a paz, mas
agora lideramos exércitos em guerra. Juramos manter a justiça na Galáxia, mas agora servimos a uma República cada vez mais corrupta. Estamos sendo nós mesmos? Estamos sendo Jedis? Estamos no caminho correto? Será que outros caminhos não podem nos levar à mesma direção? Como podemos servir a algo claramente corrupto sem sermos
corrompidos?".

Mestre Jeht busca a última tentativa de convencimento: "Nós servimos os princípios que definem a República, e estes continuam válidos. Assim, apesar da corrupção que grassa pelas entranhas da República, nós a ajudamos. Nós não devemos governar, apenas aconselhar. Devemos ficar tanto dentro quanto fora do governo. Agimos como seus generais a serviço da unidade da Galáxia. Devemos manter a
confiança no Conselho e no Supremo Chanceler."

Mestre Sylvan Leet se lembra de seus companheiros de lutas como Miro, Kalina e Yar-Surus e retoma a palavra: "Mestre Jeht, você sabe como creio na sabedoria de mestre Yoda e do Conselho. Mas como você mesmo disse, devemos também ficar fora do governo. Eu me manterei sempre fiel ao código Jedi mas serei obrigado, devido às
circunstâncias emergenciais, a não mais aceitar as deliberações do Conselho Jedi relativas às Guerras Clônicas. Cularin continua vulnerável e devo continuar a luta por sua liberdade e proteção junto a meus amigos deste sistema. Todos temos nossos papéis nesse período turbulento. O meu será o de ficar e defender o povo de Cularin!!!"

Sylvan Leet retira seu sabre de luz, construído por ele nos menores detalhes. Ele o conhece como se conhecesse seu próprio braço. Essa arma faz parte de sua vida. Ele a olha pela última vez e a levita até mestre Jeht. "Mestre Jeht, Que a Força esteja com você e com todos os jedis que estão se sacrificando pela República. Ficarei e tomarei conta da liberdade e justiça em Cularin. Está é a Vontade da Força! Vida longa aos ideais da República! Vida longa ao Conselho Jedi!".

Mestre Leet se vira e retorna para dentro da Academia Jedi. Ele pensa em como seu amigo e irmão Jedi Kel-Dor se sairá na guerra. Ele foi forjado para o combate, mas não imagina o que é a carnificina de uma verdadeira guerra total. Mas mantendo o código e a mente sempre livre de emoções ele triunfará e se tornará um grande herói Jedi.

Mestre Lanius e a antiga Black Queen se encontram com Mestre Sylvan Leet: "Sua decisão foi difícil, mas apreciamos manter mais um amigo entre nós". Mestre Sylvan então inicia a segunda parte de sua decisão: "Mestre Lanius... infelizmente minha decisão também aponta em uma direção um pouco diferente da sua e de seu staff. Pretendo ficar apenas mais um pouco aqui em Almas. Creio que, para ajudar Cularin,
devo ficar mais próximo de seu povo. Usarei as habilidades que desenvolvi ao longo dos anos para me tornar um morador de uma das grandes cidades de Cularin. Próximo aos meus amigos e perto do povo terei melhores condições de proteger o sistema do mal que nos ronda. Este é o desejo da Força". Mestre Lanius coloca a mão no ombro de Leet e diz: "Amigo, irmão, mestre Jedi Sylvan Leet... Que a Força o guie em sua jornada. Quando quiser mantenha o contato conosco. Apesar de negarmos a decisão do Conselho ainda seguiremos o Código até o derradeiro fim... qualquer que seja ele..."

Reconfortado com as palavras de Mestre Lanius, Mestre Sylvan Leet parte para reencontrar seus amigos e ajudá-los a manter a justiça e a paz no sistema de Cularin. Não mais como um mestre Jedi, mas apenas como um jedi renegado mantenedor do código Jedi...

"Não há emoção, há paz
Não há ignorância, há conhecimento
Não há paixão, há serenidade
Não há a morte, há a Força"

"Um Jedi age para preservar a vida, matar é errado
Um Jedi serve aos outros mais que a ele mesmo, para o bem da Galáxia
Um Jedi sempre procura aprimorar-se através de conhecimento e treinamento
Um Jedi usa a força para sabedoria e defesa, nunca para o ataque"

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